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O Museo del Barro abre de terça a sábado, das 14h às 20h, na rua Grabadores del Cabichuí 2716, no bairro Isla de Francia, em Assunção. Às sextas e aos sábados a entrada é gratuita; de terça a quinta custa G. 50.000 (Museo del Barro (abre numa nova aba)). Na prática são três museus no mesmo complexo, de arte popular, arte indígena e arte contemporânea, então reserve pelo menos duas horas.
Qual dia e horário escolher?
- Sexta ou sábado: grátis, no mesmo horário das 14h às 20h.
- Terça a quinta: G. 50.000, com salas mais vazias.
- Domingo e segunda: fechado. O horário normal é de terça a sábado (Museo del Barro (abre numa nova aba)).
- Chegue antes das 18h se quiser ver as três coleções com calma.
Antes de sair, confira a página inicial do site do museu. Em outubro de 2026 ele fechou alguns dias para consertar o telhado danificado por granizo e anunciou a reabertura para sexta, 9 de outubro, às 14h (Museo del Barro (abre numa nova aba)). Avisos assim aparecem ali.
O que ver em cada um dos três museus
Museo del Barro (arte popular). Mais de 4.000 peças mestiças a partir do século XVII: entalhes em madeira, tecidos, rendas, cerâmica e ourivesaria, além de 300 peças de cerâmica pré-colombiana de todo o continente (coleção (abre numa nova aba)). Não deixe de ver:
- as máscaras de Kamba Ra'anga, dos séculos XIX e XX, usadas nas festas de San Baltazar em Tobatí e de San Pedro y San Pablo em Altos;
- o gabinete de ñandutí, a renda paraguaia, com peças desde o século XVIII;
- o San Andrés entalhado na primeira metade do século XVIII por mestres das missões jesuíticas e um oratório franciscano de Caazapá com 2,5 m de altura.
Museo de Arte Indígena. Mais de 1.750 peças dos povos indígenas do país: cerâmica, entalhes, arte plumária, tecidos, máscaras e cestos. O destaque são cinco trajes cerimoniais ishir do Alto Paraguay, feitos de fibra de caraguatá e penas de aves do Chaco, usados no ritual anual Debylyby (coleção (abre numa nova aba)).
Museo Paraguayo de Arte Contemporáneo. Cerca de 3.000 obras do Paraguai, da América Latina e da Espanha. Para o visitante brasileiro, vale procurar as 1.175 gravuras e desenhos de Livio Abramo, artista brasileiro que viveu no Paraguai de 1959 a 1992. Há também 300 gravuras de José Guadalupe Posada e os jornais de trincheira Cabichu'i, El Centinela e Cacique Lambaré, de 1867–1868, da época da Guerra Grande (coleção (abre numa nova aba)).
O prédio também faz parte da visita: foi projetado pelo artista Carlos Colombino e começou a ser construído em Isla de Francia em 1979 (Museo del Barro (abre numa nova aba)).
Como chegar ao Museo del Barro
- De ônibus: o site do museu lista as linhas 28, 30 Aeropuerto, 44 Autopista e Luque-Areguá (parada Petrobras) (Museo del Barro (abre numa nova aba)).
- De táxi ou aplicativo: peça para descer na avenida Aviadores del Chaco esquina com Molas López, a referência que o museu indica. A região fica perto do distrito financeiro e hoteleiro e o trânsito é pesado, então o carro de aplicativo evita procurar vaga (Uber (abre numa nova aba)).
- Saindo do centro histórico: não dá para ir a pé; trate como um passeio à parte.
Visitas guiadas, audioguia e loja
- Visita guiada: o museu tem guias para escolas, universidades, turistas e público geral, e dá para perguntar por visita em inglês. Reserve com no mínimo 48 horas de antecedência pelo (0993) 36 00 33. A tarifa padrão é G. 200.000 para grupos de até 20 pessoas, com tolerância de apenas 10 minutos de atraso (Museo del Barro (abre numa nova aba)).
- Audioguia: o site tem um áudio da Sala de Cerâmica para ouvir no celular durante a visita.
- Gabinete del Cabichuí: só com agendamento por telefone ou e-mail.
- Fora do horário: o museu abre sob pedido, por G. 750.000.
- El Almacén de Doña Estela: a loja vende cerâmica de Itá e Tobatí, cestaria aché, tecidos de Carapeguá, Itauguá e Yataity, arte plumária tomáraho e livros sobre arte paraguaia (Museo del Barro (abre numa nova aba)). É um bom lugar para levar uma lembrança de origem conhecida.
Dicas para aproveitar melhor
- Comece pelo Museo de Arte Indígena, que pede mais tempo, e deixe o contemporâneo para o fim.
- Veja as exposições em cartaz no site. Em 2026 seguiam «Afinidades», com arte moderna das Américas e da Espanha, e «Archivo Abierto», sobre os textos de Ticio Escobar (Museo del Barro (abre numa nova aba)).
- No verão, chegar às 14h deixa você sob teto nas horas mais quentes. Saia perto do pôr do sol.
- Se a cerâmica te interessar, combine a visita com uma manhã em Areguá, onde ela ainda é feita.
Perguntas frequentes
Quanto custa a entrada do Museo del Barro?
De terça a quinta, G. 50.000. Às sextas e aos sábados a entrada é gratuita.
Qual o horário do Museo del Barro?
De terça a sábado, das 14h às 20h. Fecha domingo e segunda.
Onde fica o Museo del Barro?
Na Grabadores del Cabichuí 2716, entre Cañada e Emeterio Miranda, no bairro Isla de Francia, em Assunção. Para o táxi, a referência é Aviadores del Chaco com Molas López.
Tem visita guiada?
Sim, com reserva de pelo menos 48 horas pelo (0993) 36 00 33. A tarifa padrão é G. 200.000 para até 20 pessoas; pergunte por guia em inglês.



